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DICT e os mecanismos de segurança adotados para o Pix

Por banco-topazio | 23 de dezembro de 2020

Entenda o que é DICT – Diretório de Identificadores de Contas Transacionais e saiba mais sobre as medidas de seguranças do novo sistema de pagamentos instantâneos

 

O Pix – novo sistema de pagamentos instantâneos que passou a funcionar no Brasil em novembro, mudou a forma tradicional de se fazer transações financeiras. Agora, é possível transferir valores a qualquer momento, de forma imediata, inclusive aos finais de semana e feriados. E sem taxas para pessoas físicas. Isso pode parecer estranho aos olhos daqueles que, até então, estavam acostumados com as tarifas de outros meios de pagamento e com o tempo de processamento das transações. E aí vem a pergunta:  o Pix é seguro? 

 

Algumas pessoas questionam se não há o risco de terem seus dados expostos ou de alguma fraude. O Banco Central publicou uma série de perguntas e respostas a respeito dessa nova tecnologia. E esclarece porque o Pix é sim um sistema seguro

 

DICT: Diretório de Identificadores de Contas Transacionais 

Conforme o BC, o Pix conta com diversos mecanismos de segurança. E novas tecnologias desenvolvidas exclusivamente para o novo meio de pagamentos. Uma das iniciativas neste sentido é o DICT – Diretório de Identificadores de Contas Transacionais. Trata-se de uma base de dados que armazena as informações dos usuários recebedores e das respectivas contas transacionais. É gerida pelo Banco Central e é o componente que permite a iniciação do pagamento. Basta o pagador ter consigo a chave Pix do recebedor, que podem ser CPF, CNPJ, telefone, e-mail e chave aleatória (sequência alfanumérica aleatória gerada pelo sistema da instituição).  

Dessa forma, quando alguém for realizar um pagamento, são as informações retornadas pelo DICT que permitem confirmar a identidade do recebedor, de um jeito mais fácil e seguro.

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Mecanismos de segurança

As transações via Pix contam com mecanismos de proteção criptografados. E que passam pela Rede do Sistema Financeiro Nacional, uma rede extremamente segura, operada pelo Banco Central. A base de dados DICT possui uma tecnologia que impede varreduras das informações pessoais e conta com marcadores de fraude. Ou seja: em caso de qualquer hipótese de fraude, todas as instituições participantes do sistema recebem um alerta.

 

Os chamados “motores antifraude” permitem identificar transações atípicas, fora do perfil do usuário. Nestes casos, bloqueando para análise as transações suspeitas por até 30 minutos durante o dia. Ou em até 60 min à noite, rejeitando as transações que não se confirmarem seguras.

 

Além disso, o Pix exige autenticação dos usuários por senha, token, reconhecimento biométrico ou outros meios adotados pela instituição escolhida antes da realização de qualquer pagamento ou transferência. Dessa forma, contribui para evitar crimes “sem contato pessoal”, por exemplo.

 

As diversas medidas de segurança adotadas pelo BC tornam o Pix um meio de pagamento tão seguro quanto os demais utilizados no mercado. Para saber mais sobre o Pix e como ele está revolucionando a forma de realizar pagamentos no Brasil, clique aqui

 

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