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Topázio oferece modalidade Full Pay para remessas de câmbio ao exterior

Por banco-topazio | 5 de novembro de 2020

Full Pay, modalidade de tarifação de despesas de banqueiro no exterior permite que o beneficiário receba pagamento integral, evitando erros e custos indesejados.

O Banco Topázio adotou a modalidade de tarifação Full Pay em suas operações de câmbio desde o início de outubro. Com a iniciativa, todos os eventuais custos da remessa de valores e pagamentos em dólares ao exterior são assumidos pelo Topázio, evitando a dedução de parte do envio e, com isso, diminuindo a chance de erros nessas operações. 

As remessas e pagamentos ao exterior são transações realizadas amplamente tanto por pessoas físicas quanto, principalmente, por setores da economia como a indústria e o comércio internacional em todo o mundo. Esse tipo de transação financeira tem uma complexidade elevada graças às diferentes legislações e regras bancárias de diferentes países.

Tanta complexidade pode resultar em surpresas desagradáveis e inconveniências para as empresas, resultantes da cadeia burocrática que envolve as remessas.

De acordo com Lia Thomazzi Susin, gerente de câmbio no Banco Topázio, um dos problemas mais comuns que ocorrem na remessa de valores ao exterior é que eles cheguem “incompletos” ao beneficiário por conta de taxas interbancárias cobradas no processo de envio.

Lia Susin

Lia Thomazzi Susin, gerente de câmbio no Banco Topázio

Conforme Lia, “um pagamento em comércio exterior funciona como uma brincadeira de telefone sem fio”, exemplifica. Cada instituição tem conta em um banco e, no processo de envio, vai-se procurando o caminho mais curto possível para que o dinheiro chegue no beneficiário.

Pode ser que a instituição que atende ao banco remetente também tenha um relacionamento com o banco do beneficiário, ou seja, ser só uma transferência entre contas, ou então a remessa pode cair em câmaras de compensação. Quando isso acontece, o pagamento precisa ser “traduzido” para o tipo de informação daquela câmara de compensação.

“Pode acontecer, inclusive, de o envio passar por vários bancos até que, de fato, chegue no banco ou instituição financeira em que o beneficiário tem conta”, detalha.

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Em todo esse complicado trajeto, esclarece a gerente, frequentemente ocorrem falhas. “Não é incomum dar alguma coisa errada. Um exemplo: enviar dólares e receber euros; algum dos campos mal preenchido e o dinheiro fica parado ou é até devolvido”.

Além disso, o dinheiro enviado, que passa pela prestação de serviço de diferentes instituições, pode ser tarifado na própria operação. O resultado é que, cada uma pode reter um pedaço do valor enviado para cobrir seus próprios custos. Isso também pode gerar erros e inviabilizar, por exemplo, o pagamento de produtos e serviços no exterior. Lia cita que o valor médio das despesas de banqueiro é de cerca de US$ 30, porém pode variar bastante. 

Em um exemplo prático, aponta Lia, um valor recebido a menor pode incorrer que uma mercadoria que está prestes a ser enviada e “perde” o navio porque o pagamento não chegou de acordo com a negociação comercial. “Poderia ser o produto de uma empresa que trabalha com um planejamento bem justo, e para a linha de produção porque faltou um componente específico”, diz. 

Entre outros fatores, a manutenção de uma carga ociosa que fica aguardando no porto pode gerar ainda mais custos, como o chamado “demurrage”. Situações como essa aumentam ainda mais as despesas e estressam a relação comercial.

 

Modalidades tarifárias

A cobrança de custos existe em qualquer transação. Por isso, a mensageria Swift descreve três modalidades na mensagem de pagamento para as tarifas de banqueiro no exterior: BEN, SHA e OUR. Conheça as diferenças:

– BEN: (“Beneficiary”, Beneficiário) quem arca com os custos da operação é o beneficiário do envio, ou seja, quem vai receber o recurso.

– SHA: essas despesas são divididas (“Shared”, Dividida) entre quem envia e quem recebe o dinheiro. Ordenante arca com as nacionais e o beneficiário com as internacionais.

OUR: (traduzido como “nossa”) quem custeia todas as tarifas envolvidas na remessa é o Ordenante, que está enviando o dinheiro.

No Brasil, segundo Lia, a modalidade mais comum é a SHA, praticada pela maioria dos bancos brasileiros.

 

Full Pay traz mais tranquilidade e conforto nas operações

O Topázio oferece pagamentos em dólares com a característica Full Pay na modalidade OUR: os clientes de câmbio são beneficiados nas suas remessas ao exterior.

“Ele busca atender às empresas e pessoas que, de fato, precisam ter certeza de que o valor que eles estão pagando seja recebido integralmente”, pontua Lia. A gerente enfatiza que o Full Pay “é uma forma de trazer uma experiência melhor e uma qualidade maior nos processos que nossos clientes estão conduzindo”. 

Para os clientes e parceiros de câmbio do Topázio, isso representa mais facilidade em sua rotina “O dia a dia deles é muito maior do que essa questão e não queremos que gastem tempo correndo atrás de emendas que são caras. Essa é uma solução que vai realmente permitir que ele foque em seu próprio negócio”, pontua Lia.

Rogério Silva, consultor de câmbio do Banco Topázio

Rogério Silva, consultor de câmbio do Banco Topázio

Para Rogério Silva, consultor de câmbio do Banco Topázio “O Full Pay irá solidificar a confiança entre o Banco Topázio e as corretoras, e consecutivamente entre as corretoras e o cliente final”. De acordo com essa ideia, Lia conclui que “os melhores clientes demandam os melhores produtos. Para quem quer crescer conosco, em um relacionamento duradouro, contem que o Topázio ira propiciar isso”, conclui Lia.

 

Saiba mais sobre as operações de câmbio aqui.

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