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Projeto Pix: confira como foi o desenvolvimento do sistema de pagamentos instantâneos no Topázio

Por banco-topazio | 9 de junho de 2021

Confira detalhes sobre a implantação do Projeto Pix no Topázio

O desenvolvimento do Projeto Pix aqui no Banco Topázio envolveu diversas áreas, demandas e, consequentemente, agilidade nos trabalhos para garantir a entrega dentro de um cronograma desafiador. A demanda legal foi originada do Banco Central do Brasil (BACEN) e, a partir daí, começamos os trabalhos diretamente com a implantação do projeto.

De acordo com Daniel Brum, coordenador de desenvolvimento de sistemas da Fineasy Tech, nossa empresa parceira de tecnologia, os trabalhos foram intensos para garantir a realização de todas as mudanças que seriam necessárias, para que assim, conseguíssemos entrar na primeira fase e lançar o projeto no mercado para nossos clientes.

Inicialmente, o Pix possuía dois grandes marcos de entregas, sendo eles o DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transacionais) e o Pix propriamente dito. Nesse caso, ambos os projetos possuíam datas legais, tanto para homologação, quanto para data de publicação em ambiente produtivo. “Uma vez aptos e aprovados pelos testes do BACEN, poderíamos de forma oficial, publicar as entregas em produção, disponibilizando a solução para nossos parceiros e clientes”, explicou Daniel.

Os primeiros passos do Projeto Pix

O anteprojeto foi o início da ideia do Pix aqui no Topázio. E foi realizado pela equipe de canais, responsável pelo front do banco, ou seja, os canais de internet banking e mobile banking.

“Envolvemos a equipe responsável junto com a área de UX/UI (UX: experiência do usuário / UI: interface do usuário) para entendermos as necessidades de experiência e usabilidade necessárias para criarmos as telas onde os usuários poderiam registrar e solicitar portabilidade de suas chaves, assim como realizar transações utilizando o Pix”, destacou Daniel.

Um dos pontos mais desafiadores, segundo ele, foi que o BACEN tinha um manual já com definições de como e onde deveriam ser algumas informações do Pix. Ou seja, as equipes precisaram alterar a usabilidade do aplicativo que já existia.

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Desenvolvimento dos trabalhos

Após todo entendimento de escopo, começou o processo de envolvimento das áreas em reuniões específicas para que dessa forma, fosse possível realizar a compreensão das atividades. Buscando ter um esforço aproximado delas, para criar um cronograma de planejamento das entregas.

“Tivemos envolvimento de praticamente todos os times do Topázio, passando por sistemas, desenvolvimento, canais, arquitetura, core bancário, portal, marketing e comercial. Além de compliance, jurídico, infraestrutura, pld, riscos e fraudes, contabilidade, tesouraria, fornecedores externos, sustentação e suporte”, detalhou Daniel.

Outro grande desafio do programa, conforme ele, foi a atuação em modelos e métodos híbridos de entrega, pois havia áreas demandadas e áreas ágeis, onde foi possível adotar o modelo ágil de entrega com as respectivas necessidades.

Além disso, também foi complexo reestruturar a área de sustentação para operacionalizar a entrada do Pix em produção, pois se trata de uma operação 24×7. Ou seja, é uma operação realizada 24 horas durante os 7 dias da semana. “Com isso, identificamos que teríamos que ter operação não só em chamados, mas em diversas áreas, como sobreavisos em desenvolvimento, sistemas e operação no time da tesouraria, assim como outras necessidades que encontramos”, ressaltou Daniel.

Entrega do projeto

Contamos com o engajamento de todas as áreas do Topázio, com dedicação total nas respectivas entregas. “E, no final, conseguimos unir todas as entregas em prol de um ecossistema maior. Onde conseguimos lançar, sem atrasos, o DICT e o Pix em produção”, disse. Nesse sentido, foi possível combinar metodologias como Lean, Scrum, XP e uso de ferramentas como Kanban entre os times para unificarmos os entendimentos e todos trabalharem de forma parecida.

No anteprojeto conseguimos aplicar o design sprint, para entendimento das necessidades de usabilidade e experiência que os usuários precisavam ter em nossas soluções. Criamos protótipos para testarmos e validarmos nossas ideias e conseguimos criar um produto mínimo viável inicial com nossas APIs, a fim de contemplar as homologações e necessidades de entregas em ambiente produtivo.

“O Pix é um produto vivo, está sempre sofrendo alterações e novas funcionalidades, sendo assim, hoje entrou em um estado de “ongoing”, tendo constante evolução. Entendemos que a comunicação é um fator totalmente humano, onde precisamos definir ferramentas e ter o processo bem definido. Os projetos são humanos, ou seja, são construídos totalmente por pessoas, pois a produção intelectual não é da máquina e sim, humana”, enfatizou Daniel.

Continue lendo sobre o Pix e as transformações do mercado. Confira nos posts abaixo mais detalhes sobre a funcionalidade e o contexto de implantação do programa no Brasil.

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