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Banco Topázio no Ecossistema do Pix: um meio de pagamento que vai revolucionar o mercado

Por banco-topazio | 9 de junho de 2020

Presente no ecossistema Pix, o Banco Topázio participa ativamente da discussão sobre o novo sistema.

O novo sistema Pix (Pagamentos Instantâneos Brasileiro) será lançado no mês de novembro e, uma vez usado por todos os bancos e fintechs com mais de 500 contas ativas, vai proporcionar uma revolução no meio bancário brasileiro, pela agilidade em pagamentos e transferências e a significativa redução do custo dessas operações. 

Para gerar aperfeiçoamentos no sistema lançado em fevereiro pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e defender os interesses das fintechs e a igualdade do mercado, a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) lançou o Mapa do Ecossistema do Pix , que traz, com atualização mensal, todas as empresas que já trabalham dentro do novo sistema. O material foi lançado com 72 empresas já engajadas no novo sistema.

São 13 classificações de negócios relacionados com o Pix entre as empresas presentes: contas virtuais, captura de transação, como empresas de cartões; provedores de solução para wallets e contas, participantes diretos, como bancos, cooperativas de crédito e entidades do setor, provedores de contas liquidantes, como o próprio Banco Topázio; além de entidades reguladoras do setor financeiro, empresas de telecomunicações, assessorias e consultorias e empresas do ramo jurídico, diretamente envolvidas com todos os aspectos relacionados a esse  novo ambiente.

Presente nesse ecossistema, o Banco Topázio  já está na lista pública de participantes em processo de adesão do Pix e participa ativamente da discussão sobre o novo sistema.

O que é Pix?

Como já falamos neste post de abril, a marca Pix define uma nova forma de pagamentos instantâneos. Previsto para estar disponível à população brasileira em novembro de 2020, o Pix vai aumentar a velocidade com que pagamentos e transferências são realizados e recebidos; baixar o custo das operações financeiras e aumentar sua segurança.

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Isso proporcionará uma melhora na experiência dos clientes, poderá alavancar a competitividade e eficiência do mercado e oferecer mais opções de pagamentos à população, além de diminuir o volume de operações e serviços baseados em papel, como depósitos, emissão de boletos, conferência de extratos, entre outras.

Na prática, transações financeiras poderão ser realizadas 24h por dia, todos os dias da semana, em um processo que dura até 10 segundos. Uma evolução considerável, por exemplo, em comparação aos DOCs (Documentos de Ordem de Crédito) e TEDs (Transferências Eletrônicas Disponíveis) e pagamentos em boleto, cartões, transações físicas ou mesmo dinheiro vivo, operações que podem levar dias para serem efetivadas e que, em bancos tradicionais, têm um alto custo por operação.

As transações do Pix poderão ser realizadas de pessoa para pessoa, entre estabelecimentos, pessoas e estabelecimentos e entidades governamentais (para pagamento de salário, por exemplo). Será preciso, para quem envia e recebe o dinheiro, ter uma conta em um banco, uma instituição de pagamento ou uma fintech. E a transação poderá ser feita por meio da leitura de QR Codes, e dados como CPF, CNPJ, e-mail ou número de celular.

 

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