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O que é a Nova Economia e como ela é fomentada pelo Instituto Caldeira

Por banco-topazio | 18 de maio de 2021

Saiba mais sobre a Nova Economia e também como ela vem sendo estimulada pelo Instituto Caldeira no Rio Grande do Sul

A Nova Economia vem revolucionando o mercado como um todo, principalmente no que diz respeito às transformações tecnológicas e de gestão dos negócios. Nesse sentido, um dos principais objetivos do Instituto Caldeira é fomentar a Nova Economia no Rio Grande do Sul mas, afinal de contas, o que isso significa? De acordo com o diretor executivo do Instituto, Pedro Valério, o Caldeira define a Nova Economia o seguinte tripé: novas tecnologias, novas formas de gestão e novos modelos de negócio.

“Esse tripé conceitual baliza justamente todo o contexto de transformação digital e um contexto de inovação que as empresas estão enfrentando”, afirma Valério. Segundo ele, por muito tempo se vinculou a Nova Economia basicamente com tecnologias disruptivas que vão mudar o novo contexto e as novas circunstâncias nas quais as empresas estão inseridas, mas para o Caldeira o conceito é ainda mais amplo.

“No nosso entendimento a Nova Economia vai muito além das tecnologias. Quando falamos de novos modelos de negócio e novas formas de gestão, esse contexto incorpora que qualquer empresa hoje. Independente do vínculo e do uso de uma base tecnológica ou não, pode sim se inserir dentro de um DNA de inovação. A cultura de inovação pode estar permeada justamente para quem olha para esse tripé”, explica Valério.

Os desafios da Nova Economia

Dentro do processo dos desafios da Nova Economia, conforme Valério, não existem mistérios. O desafio central, segundo ele, é um desafio cultural, vinculado basicamente a uma transformação de modelos mentais. “A gente tem em uma esfera privada um olhar muito claro de que as empresas precisam entender cada vez mais o que está acontecendo para poder jogar com as melhores ferramentas desse novo contexto”, destaca.

Entre alguns pontos destacados por Valério dentro do cenário dos desafios, estão: a atuação de forma colaborativa, a ideia de inovação aberta e a intenção de troca e intercâmbio onde determinados concorrentes podem funcionar como colaboradores em algumas circunstâncias. “Se a gente continuar jogando dentro da mesma receita que vinha dando certo, o risco de perda de competitividade é muito grande”, pontua.

A intenção do Caldeira, portanto, é a provocação desse novo jeito de pensar corporativamente. “E trazer muito desse DNA de inovação, essa cultura startup para dentro das grandes empresas”. Quando falamos de Rio Grande do Sul, especificamente, Valério reitera que é necessário quebrar o paradigma de que as coisas são muito difíceis no Estado.

Isso, segundo ele, não significa negar os problemas e uma série de desafios que existem. Como, por exemplo, infraestrutura tributária, jurídica e assim por diante, mas sim entender que “a reprodução de determinados estereótipos prejudica na criação de uma cultura de inovação e de um ambiente propício para inovação”.

O ambiente de negócios

Quando olhamos para um ambiente de negócios como o RS, Valério frisa que também devemos olhar para o que foi construído em Santa Catarina nos últimos 20 anos. “De uma ilha que tinha uma matriz econômica muito ancorada em setores tradicionais. E, com a articulação de diferentes agentes do seu ecossistema, foram construindo efetivamente um olhar de que em Santa Catarina pode sim haver um ambiente de inovação e um ambiente de negócios com vocação tecnológica”, afirma.

Valério ainda exemplifica que, atualmente, Santa Catarina chega a ser considerada como “o Vale do Silício brasileiro”. “E é muito legal porque, ao trocar com eles, percebemos que não existe uma fórmula mágica e sim um exercício de articulação construído a muitas mãos por empresas, empreendedores, universidade e o poder público”, diz.

Dessa forma, o Instituto Caldeira trabalha com o objetivo de funcionar como um catalisador, um articulador que de alguma maneira promove conexões. E, nesse sentido, visa mostrar para as novas gerações o tamanho das oportunidades que temos no Estado quando olhamos esse novo contexto.

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O Caldeira e o fomento da Nova Economia no RS

Desde a sua concepção, o Caldeira tem como objetivo uma aproximação do Rio Grande do Sul com a Nova Economia. Em um ambiente onde temos muita competitividade e uma nova vocação tecnológica inserida em diferentes segmentos e setores da nossa matriz econômica, o Caldeira entende que “para reescrever ou continuar escrevendo uma história bem sucedida de empreendedorismo no território gaúcho é imprescindível, portanto, um olhar para esse tripé que rege a Nova Economia”.

O Instituto Caldeira, conforme Valério, acredita muito que a promoção da Nova Economia no Rio Grande do Sul vai acontecer através de conexões. “Temos trabalhado fortemente em iniciativas que visam a conexão das grandes empresas com startups e novos empreendedores alicerçados na lógica da Nova Economia. Com novas tecnologias, novas formas de gestão e novos modelos de negócio, que podem inspirar as grandes empresas nesse desafio da transformação digital”, ressalta.

Além disso, o Caldeira atua na promoção de um mindset de inovação. Ou seja, esse jeito de pensar que busca a competitividade através da compreensão do atual contexto. “Com a promoção e disseminação de eventos, palestras e outras iniciativas que vão acontecer ao longo do ano, o Caldeira busca funcionar como um provocador”, frisa.

 E ainda, conforme ele, na medida em que o Caldeira provoca, também desmistifica muitos dos conceitos que estão sendo vistos. “A gente tem como objetivo olhar justamente como traduzir e funcionar como um catalisador da compreensão desses conceitos. A partir do momento que fucionamos como vitrine para iniciativas associadas à Nova Economia, a gente dá luz a novos empreendedores no RS. E que têm no seu DNA esse olhar sobre o que está acontecendo de novo e como as coisas podem trazer mais competitividade”, complementa.

Saiba mais sobre a programação do Instituto Caldeira para 2021:

> Instituto Caldeira: iniciativas devem promover transformação digital

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