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Startups: qual o melhor momento de buscar investimento e quais as possibilidades

Por banco-topazio | 16 de março de 2021

Saiba quais são os principais investimentos para startups e quais os melhores momentos para buscá-los

Um grupo de empreendedores que pretende desenvolver um novo produto ou serviço no mercado. Essa é a definição básica de uma startup. O que diferencia uma startup de uma empresa tradicional é a elaboração de um negócio inovador, escalável e repetível. 

Nesse sentido, uma startup deve lançar um produto ou serviço que nunca havia sido pensado antes, com o objetivo de suprir uma demanda do público. Além disso, também pode ser um projeto diferente de algo que já existe.

O negócio de uma startup também deve ter a possibilidade de crescer rapidamente, sem que seja necessário aumentar os recursos na mesma proporção. Ou seja, para iniciar uma startup é preciso focar na inovação.

A startup deve apresentar novidades que os consumidores não encontram no mercado. Dessa forma, deve trabalhar com agilidade e adaptação rápida aos processos, com o objetivo de ampliar o negócio e gerar grandes lucros em um curto espaço de tempo.

Mercado das startups no Brasil

O investimento em startups brasileiras vem aumentando nos últimos anos. Conforme a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) em 2017 foram investidos R$2,86 bilhões nesse modelo de negócios e, em 2020, esse valor subiu para R$19,7 bilhões. Ou seja, um aumento de 588,8% em quatro anos.

Conforme dados da StartupBase, existem pelo menos 13,6 mil startups no Brasil. Os cinco estados com maior número de startups são, respectivamente: São Paulo (3.956); Minas Gerais (1.209); Rio Grande do Sul (950); Rio de Janeiro (863) e Paraná (674). A maioria das startups brasileiras já atua no mercado há mais de seis anos. Entre os principais mercados de atuação estão: educação, finanças, saúde e bem-estar, internet, e-commerce, além de varejo e atacado.

Objetivos de captação de recursos

A captação de recursos por parte das startups gera competitividade e favorece o desenvolvimento dos projetos. Muitas vezes, sem a aplicação de capital e a participação de investidores, muitas iniciativas acabam ficando estacionadas. 

Para que a aplicação dos recursos estimulem a atuação da startup, é preciso que os empreendedores entendam os tipos de investimentos que podem ser feitos. Dessa forma, é possível conhecer mais os detalhes de cada uma das modalidades e escolher o que encaixa melhor em cada contexto.

O momento de buscar investimentos vai variar de acordo com o andamento dos projetos de cada startup. Por isso, é essencial validar o modelo de negócio e estudar as possibilidades de crescimento da empresa e escalabilidade do serviço ou produto a ser oferecido.

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Principais tipos de investimentos para startups

Existem diferentes tipos de investimentos para startups. Cada um deles funciona com uma faixa de valor específica. Além disso, também se diferenciam pela participação no capital das startups ou no quadro societário. Saiba mais sobre alguns tipos de investimento:

> Investidor-anjo: em geral são pessoas físicas que têm recursos financeiros e conhecimento para investir em startups. Os investimentos são feitos por rodadas, o aporte financeiro costuma chegar a R$ 500 mil e a participação societária fica entre 5% e 15%;

> Aceleradoras: investimento que costuma variar em tickets de R$ 50mil a R$ 150mil. Em muitos casos também são atrelados serviços como forma de investimento. A participação pode chegar a 20% no capital da startup. As aceleradoras têm como foco negócios com rápido potencial de crescimento e escalabilidade;

Seed (Capital semente): o ticket costuma variar de R$ 500 mil a R$ 2 milhões. Os valores são repassados por pessoas jurídicas (grupos de investidores) ou por fundo de investimentos regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

> Venture Capital: é preciso comprovar que a startup tem potencial de crescimento acelerado e rentabilidade. Os valores podem variar entre R$ 2 milhões e R$ 10 milhões. Nessa modalidade, o investidor coloca capital e torna-se sócio investidor da empresa, participando também das decisões estratégicas do negócio.  

Os formatos de investimentos são diversos e o melhor momento para buscar a captação de recursos depende de cada empresa. Portanto é importante saber as características de cada alternativa.

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> Marco Legal das Startups: entenda o que é e o que muda na prática

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