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IBM Tech Sessions: Caldeira promove evento sobre Inteligência Artificial e a Nova Economia

Por banco-topazio | 21 de setembro de 2021

Confira insights da 1ª edição do IBM Tech Sessions sobre Inteligência Artificial e a Nova Economia

O Instituto Caldeira realizou, em parceria com a IBM, o IBM Tech Sessions, com o objetivo de promover debates sobre o ambiente da tecnologia. Além disso, a intenção é inspirar e incentivar  a Comunidade Caldeira, e o primeiro encontro foi sobre Inteligência Artificial e a Nova Economia.

A programação da 1ª edição, que ocorreu no dia 17 de agosto, contou a participação de três especialistas com perspectivas e contextos diferentes: o Secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Luís Lamb, o Fundador e CEO da Pix Force, Daniel Moura e o Data & AI Sales – Global Markets – Cloud Plataform Sales da IBM, Felipe Pojo.

IBM Tech Sessions: insights da 1ª edição

Os debates foram pautados pela relação da Nova Economia com os avanços da inteligência artificial. Luís Lamb comenta que a Inteligência Artificial é uma tecnologia vertical, que lida com raciocínio, com dados e, nesse sentido, também é capaz de gerar oportunidades de negócio. “Isso é visto como estratégico para inúmeros países”, assinalou. 

Segundo ele, também é preciso reforçar que existe uma série de implicações éticas. “A partir do momento que passamos a utilizar mecanismos de tradução automática e ferramentas de IA para identificar as pessoas que têm um melhor feet para determinado trabalho, por exemplo, para reconhecimento de faces em sistemas de segurança, isso gera uma série de questões éticas. Ou seja, isso nos obriga a pensar o quanto essa tecnologia passa a ser central em projetos estratégicos bilaterais”, pontuou.

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Para Daniel Moura, a Nova Economia precisa de inteligência artificial (IA). “Não adianta criar uma guerra entre o ser humano e a IA. Portanto, esse é um caminho sem volta que pode ser muito positivo para a sociedade”, ressaltou. “Com a IA, os ganhos vão ser enormes, pois o consumidor fica mais satisfeito, há mais competitividade no mercado e também processos mais seguros do ponto de vista social e ambiental, e vamos conseguir trazer essa revolução que precisamos pro avanço do nosso país e avanço global”, destacou Moura.

De acordo com Felipe Pojo, a Nova Economia não é um destino e sim um processo. “Assim como não nos vemos sem o uso da eletricidade, daqui alguns anos também não nos veremos sem a inteligência artificial”, reiterou. Segundo ele, a nova economia é uma jornada, dessa forma, vamos estar sempre observando a evolução desses resultados. 

O conteúdo completo está disponível para a comunidade do Instituto no Caldeira Chat, plataforma de comunicação do hub. Quem quiser participar dos próximos pode se inscrever no link

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