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Critérios para escolher o parceiro de câmbio da sua empresa

Por banco-topazio | 25 de março de 2021

Quais os principais pontos a se considerar na hora de escolher o melhor banco para suas operações de câmbio

O mercado cambial envolve diversos tipos de operações, que só podem ser realizadas por agentes autorizados pelo Banco Central (BACEN). Entre eles estão os bancos, as corretoras e as casas de câmbio. Por serem instituições financeiras, os bancos realizam não só os mesmos serviços de câmbio das corretoras, mas podem, ainda, atuar sem limites de valor e operar em outras modalidades.

Entre elas: os financiamentos de exportações e importações. E ainda adiantamentos sobre contratos de câmbio e operações no mercado futuro de dólar em bolsa de valores. Porém, além dos serviços oferecidos, existem outros pontos para considerar no momento de escolher o parceiro de câmbio. Dessa forma, a definição de uma instituição de confiança trará tranquilidade e segurança para as operações da sua empresa.

Como escolher um banco para suas operações de câmbio

No momento da escolha do banco é preciso considerar fatores como: a disponibilidade de um atendimento ágil. Além da expertise das equipes e a flexibilidade. A agilidade no atendimento é um ponto relevante e que irá facilitar o dia a dia da empresa. Isso não só no fechamento do câmbio, mas também na cotação. E principalmente no acompanhamento da operação até o recebimento na outra ponta.

É fundamental se certificar de que a instituição conte com uma equipe especializada em operações cambiais e que pode orientar a empresa durante todo o processo. Assim, o procedimento correto para cada tipo de operação será garantido. Outro fator a ser levado em conta é o atendimento próximo e multicanais. 

A flexibilidade também é um atributo importante e que deve ser considerado na relação com seu banco. Em cotações e fechamentos de câmbio, por exemplo, ser flexível, sem ficar engessado em burocracias pode ser decisivo na conclusão de alguma operação.

Outro fator essencial é ter a certeza que a instituição escolhida acompanha as normas e atualizações do BACEN. Esse item é fundamental para garantir a segurança das operações. Além disso, conheça as políticas de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo (PLD/CFT) da instituição escolhida. Esse é um dos itens essenciais para assegurar que suas operações estejam em boas mãos e sejam realizadas com confiabilidade, em uma instituição atenta à prevenção de práticas criminosas.

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Modalidade de tarifação

Mais um ponto a ser destacado é a modalidade de tarifação. Como explica o consultor de câmbio Rogério Silva, do Banco Topázio, a cobrança de custos existe em qualquer transação cambial. Por isso, a mensageria Swift descreve três modalidades na mensagem de pagamento para as tarifas de banqueiro no exterior: BEN, SHA e OUR.

> BEN: (“Beneficiary”, Beneficiário) quem arca com os custos da operação é o beneficiário do envio, ou seja, quem vai receber o recurso.

> SHA: essas despesas são divididas (“Shared”, Dividida) entre quem envia e quem recebe o dinheiro. Ordenante arca com as nacionais e o beneficiário com as internacionais.

> OUR: (traduzido como “nossa”) quem custeia todas as tarifas envolvidas na remessa é o Ordenante, que está enviando o dinheiro.

No Topázio, por exemplo, todas as remessas são Full Pay. Por fazer parte da modalidade OUR, o beneficiário deve receber o valor enviado integralmente, sem reduções indesejadas. As possibilidades no mercado são variadas, mas esses e outros pontos importantes podem auxiliar a sua empresa para o momento de escolher o seu banco. Aproveite para ler também sobre a estrutura do mercado de câmbio no Brasil

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