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Blockchain traz mais velocidade e menor custo para remessas internacionais

Por banco-topazio | 27 de janeiro de 2021

Entenda quais as vantagens do blockchain no envio de remessas internacionais e como essa tecnologia vem transformando o mercado de câmbio

 

O blockchain é um sistema que permite rastrear o envio e recebimento de informações pela internet. A tecnologia desenvolvida em 2008 vem sendo cada vez mais utilizada, provocando uma revolução no mercado financeiro. Por oferecer maior segurança em vários tipos de transação, passou a ser amplamente conhecido principalmente por viabilizar as operações de criptoativos ou moedas digitais.

 

Quando se fala em envio de remessas internacionais, o blockchain traz diversas vantagens. Em resumo, a tecnologia permite a transferência de valores para outros países de forma mais rápida e com menor custo. E isso impacta no mercado de câmbio como um todo, que ganha novas opções para os serviços.

 

Blockchain: mais agilidade e menor custo

Em geral, por conta das regulamentações financeiras globais, as instituições financeiras precisam passar por questões burocráticas na hora de processar os pagamentos. Por conta disso, o envio de remessas costumava levar tempo. Além disso, em função da quantidade de intermediários envolvidos em cada transação internacional e das taxas altas para processar os pagamentos, o custo também acabava sendo mais alto.

 

Em contrapartida, o blockchain vem para mudar isso. “Com o uso do blockchain, as remessas não são processadas como pagamentos internacionais. E sim como pagamentos locais, no país de destino. Com isso, há menos intermediários, o que encurta o caminho e diminui o custo”, explica Rosália Maioli Rodrigues, Product Owner Câmbio do Banco Topázio.

 

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Mercado de remessas internacionais em alta

Conforme relatório do Banco Mundial publicado na Forbes e no MoneyTimes, o mercado de remessas internacionais é responsável por bilhões de transações em dólares diariamente. Esse mesmo relatório indica que, nesse sentido, a indústria de remessas deve continuar em expansão. Há uma tendência, por exemplo, do surgimento de novas fintechs e empreendedores criando soluções a partir do blockchain.  Também deve aumentar o número de empresas de remessas internacionais utilizando essa tecnologia. 

 

“O mercado de câmbio passou muito tempo funcionando da mesma forma. Mas isso não quer dizer que funcionava da melhor forma. O blockchain trouxe uma nova proposta de valor para este mercado. E também forçou alguns players a se atualizarem. Caso contrário, correm risco de perderem o espaço que conquistaram ao longo dos anos”, avalia Rosália.

 

Além disso, a participação de outras instituições – inclusive não bancárias – também amplia o leque de oportunidades de novos negócios. “A tecnologia tem sido fundamental para a modernização do mercado de câmbio”, conclui.

 

Blockchain e a CCME (Conta Corrente em Moeda Estrangeira)

Na CCME, o ganho na agilidade e o custo reduzido são diferenciais importantes. Bem como a rastreabilidade das operações feitas via blockchain.

 

Uma das ressalvas que se faz em relação ao meio mais tradicional é a falta de visibilidade do caminho que a remessa percorre até chegar na conta do beneficiário final. Isso, muitas vezes, deixa perguntas não respondidas ou com respostas demoradas. Onde o dinheiro está? Já chegou ao destino? Por que o valor não chegou integral?

 

Com o blockchain esse tipo de situação tende a ser mais rara, uma vez que os usuários da rede conseguem saber exatamente onde a remessa está, se houve alguma dedução de valor no meio do caminho, bem como possíveis questionamentos de compliance de alguma das partes envolvidas na transação.

 

A Conta Corrente em Moeda Estrangeira é usada para o comércio exterior, manutenção de residentes, por bancos e corretoras. Para saber mais sobre CCME, clique aqui.

 

Vale destacar que a rede SWIFT também está adotando a tecnologia de registros distribuídos (blockchain). Diante da evolução da indústria financeira, com o surgimento do próprio blockchain e também das APIs (Application Programming Interfaces, ou Interfaces de Programação de Aplicações): a SWIFT percebeu a necessidade de permitir novos modelos de integração com os bancos e instituições cooperadas. Com essa flexibilização surgiu o desafio de uma comunicação clara entre os participantes. Isso independente do meio utilizado para a transmissão de mensagens. A solução encontrada foi a implementação da ISO20022, que padroniza a troca de dados entre instituições financeiras. A perspectiva para a rede SWIFT é de ampliação do uso do blockchain ao longo dos próximos anos.

 

Banco Topázio e a parceria com Ripple

O Banco Topázio vem operando neste segmento desde dezembro de 2019 através de parceria firmada com Ripple, principal solução empresarial de blockchain para pagamentos globais. A parceria permitirá ao Topázio acessar novos mercados, expandir seus serviços e oferecer a melhor experiência ao cliente no mundo dos pagamentos globais. Usando o poder desta tecnologia, Ripple permite que instituições financeiras realizem operações internacionais instantaneamente, de forma confiável e por frações de um centavo.

 

“A integração do sistema de câmbio do Topázio com a RippleNet é essencial para nossa estratégia de modernização de produtos, permitindo a realização de operações de câmbio dos nossos clientes em qualquer lugar do mundo, de maneira mais rápida, econômica e confiável”, diz Haroldo Stumpf, CEO do Banco Topázio.

 

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