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Preço de venda: aprenda como precificar seu produto ou serviço

Por banco-topazio | 5 de novembro de 2020

O que é preço de venda e quais as variáveis devem ser consideradas na hora de precificar

 

Saber precificar adequadamente um produto ou serviço pode ser vital para a empresa. O preço daquilo que se está vendendo está diretamente ligado à competitividade, margem de lucro e diferencial no mercado. Porém, muitos empreendedores têm dificuldade de estabelecer esse valor. Afinal, o que deve ser observado na hora de definir o preço do meu produto ou serviço?

Existem diversos fatores que impactam na formação de preços. Mas antes de começar a falar deles, vamos entender o preço  de venda.

O que é preço de venda

O preço de venda é o valor que a empresa irá cobrar de seus clientes. Em resumo, esse valor deve ser suficiente para cobrir todos os custos de produção e todas as despesas que se tem para que o produto ou serviço possa ser vendido. E, ao final de tudo, ainda gerar lucro.

Ou seja:

CUSTOS + DESPESAS + LUCRO = PREÇO DE VENDA

Esta é uma forma bem simplificada. Ao longo desse processo, existem uma série de variáveis que devem ser consideradas. Isso porque, além de considerar os aspectos financeiros internos da empresa, o preço de venda deve considerar fatores externos. Por exemplo: qual o preço de mercado? Quanto a concorrência cobra por um produto ou serviço semelhante? Qual meu público e quanto ele está disposto a pagar? Qual o valor da minha marca?

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Precificação: critérios e variáveis  

Conforme o Sebrae, é preciso considerar primeiramente dois aspectos: o mercadológico e o financeiro. O objetivo é chegar a um equilíbrio entre eles.

Aspecto mercadológico

No que diz respeito ao aspecto mercadológico, é necessário que se observe o preço praticado pela concorrência. Em outras palavras: verificar qual o preço dos produtos ou serviços da mesma categoria e qualidade. 

O quesito volume de vendas também interfere: quem vende muita quantidade, eventualmente consegue fixar um preço mais baixo. 

Além disso, a percepção do valor da marca por parte dos clientes e o tempo no mercado também devem ser levados em conta.  Isso porque, produtos e serviços muito conhecidos e desejados podem ser vendidos por um valor bem mais elevado do que os praticados pela concorrência, por exemplo.

 

-> Se você tem interesse em saber mais sobre este tema relacionado a marca e concorrência, confira aqui no blog um post sobre vantagem competitiva e como se destacar em meio a concorrência.

Aspecto financeiro

Já no aspecto financeiro, o preço de venda deverá cobrir o custo do produto ou serviço vendido. Ou seja, considerar as despesas fixas e variáveis e a geração de lucro.

Nesta cota, é preciso lembrar dos custos de produção, mão de obra, transporte, armazenamento, aluguel, luz e divulgação, por exemplo. Alguns desses custos são possíveis de serem reduzidos, na tentativa de obter um preço final de venda mais competitivo. 

Mas atenção: muitas empresas acabam reduzindo demais os preços, para ficarem em conformidade com a concorrência. Como consequência, se por um lado conseguem ter um crescimento em vendas; por outro, podem ter os lucros reduzidos. É justamente por isso que é tão fundamental fazer uma análise detalhada, evitando o risco de estabelecer preço às cegas e prejudicar o negócio.

 

Neste vídeo, o Sebrae ajuda a fazer o cálculo do preço de venda:

 

O tema da precificação é extenso e não há receitas prontas. O que existe são aspectos variáveis a serem observados, mas a resposta dependerá do cenário, do contexto do mercado e da realidade de cada negócio.

Para ajudar, indicamos esse link com algumas orientações e uma tabela gratuita para download que ajuda a definir o preço de venda.

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