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Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária indica que pandemia mudou hábitos bancários

Por banco-topazio | 3 de agosto de 2021

Levantamento da FEBRABAN está na 29ª edição e revela que o mobile banking foi a opção mais utilizada pelos consumidores 

A mudança nos hábitos bancários durante a pandemia é um dos destaques da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, realizada pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) e pela Deloitte. O anúncio dos resultados da 29ª edição do levantamento foi feito durante o Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB). 

O estudo contou com três fases de coleta de dados: uma quantitativa anual e uma quantitativa trimestral, ambas a partir de formulário e, ainda, uma etapa qualitativa com entrevistas em profundidade. Os questionários anual e trimestral foram respondidos por 21 bancos, o que representa 87% dos ativos da indústria bancária do Brasil. 

Insights da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária

O crescimento dos investimentos em tecnologia no setor bancário é um dos principais insights da pesquisa. Portanto, o aporte de recursos do segmento na área de Tecnologia da Informação (TI) cresceu 8% em 2020, chegando a R$ 25,7 bilhões. Desse total, 10% dos valores foram para reforço da cibersegurança. Ou seja, inteligência artificial e segurança cibernética, por exemplo, foram destaques como “prioridades-chave” do setor.

Nesse sentido, outro destaque que chamou atenção foi o aumento expressivo nas transações bancárias, que chegou no maior patamar dos últimos anos. Nesse meio tempo o crescimento foi de 20% em relação a 2019, passando de R$ 85,8 bilhões para R$ 103,5 bilhões. A transformação do mobile banking em ferramenta dominante (responsável por mais da metade das transações bancárias) também foi um fator em destaque de acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária.

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Como cada vez mais o cliente está precisando de serviços digitais, os bancos aceleraram o lançamento de novos produtos e serviços nesses canais. Dessa forma, os resultados do estudo da FEBRABAN explicam a transformação dos hábitos bancários dos usuários.

Como resultado, o levantamento também revelou que o atendimento presencial e a rede de agências segue sendo considerado importante para os consumidores em transações de maior complexidade. Além disso, foi verificado que o Pix – que já tinha 93,6 milhões usuários cadastrados em maio – ganha espaço em comparação às transferências tradicionais como (DOC/TED). Nesse sentido, os desafios da implantação do Open Finance no Brasil também foram analisados na pesquisa e, ainda, o fato de que o projeto deve expandir o ecossistema bancário. 

Para conferir a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária na íntegra, clique aqui

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