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Instituto Caldeira amplia parcerias internacionais para solução de desafios

Por banco-topazio | 23 de julho de 2020

Banco Topázio integra Conselho Administrativo do Instituto Caldeira e participa no avanço de ações que visam diálogos com China e Israel para ampliação de conexão com startups;

O entusiasmo pela transformação econômica e a ampliação de negócios dentro da nova economia, que têm como um dos mais novos expoentes no Rio Grande do Sul o Instituto Caldeira, teve mais um capítulo durante o mês de junho.

O CEO do Banco Topázio, Haroldo Stumpf e o CEO do Agibank, Marciano Testa, que integram o Conselho de Administração da entidade, além do diretor-executivo do Instituto Caldeira, Pedro Valério, participaram de uma reunião com o vice-embaixador da China no Brasil, Qu Yuhui. O encontro estabeleceu a “pedra fundamental” de uma cooperação voltada à divulgação de uma iniciativa do Instituto Caldeira prevista para entrar em funcionamento ainda no mês de julho: uma plataforma de resolução de desafios voltada a conectar empresas, startups e agentes de inovação.

Segundo Valério, o encontro foi realizado “no sentido de nos aproximarmos de algumas iniciativas como o Dream Town, um ecossistema de inovação muito interessante que há na China”, comentou, pontuando que é possível aproveitar “a interface do instituto e de seus formadores para conseguir promover o Rio Grande do Sul como uma possível porta de entrada para empresas e projetos de inovação no Brasil”.

Isso acontecerá por meio do próprio site do Instituto Caldeira, no qual poderão ser inscritos desafios corporativos de empresas que precisam, por exemplo, do desenvolvimento de soluções, como também receber conexões de startups que têm soluções a oferecer. “O primeiro programa que estamos desenhando, justamente, é o que chamamos de ‘Caldeira Conecta Fintechs’”, revela Valério. A iniciativa está recolhendo desafios de bancos diversos e Fintechs, para que juntos, eles lancem temas relacionados a seus negócios para a conexão com startups.

Celeiro de bons profissionais

Para Haroldo Stumpf, CEO do Banco Topázio, a importância dessa iniciativa é “imensa”. “Historicamente o Rio Grande do Sul é um celeiro de formação de bons profissionais que estamos perdendo para o mundo. Por que não fomentar a nova economia no próprio Estado, já que a gente tem uma vocação enorme para a tecnologia?”, questiona.

Haroldo Stumpf

Haroldo Stumpf – CEO do Banco Topázio

Portanto, para que isso aconteça, é fundamental promover uma interligação tanto de Porto Alegre, quanto do Estado e do Brasil com o resto do mundo, segundo Stumpf. “Quando a gente olha essa nova economia, está tudo interligado. Não dá para pensar que nós vamos produzir tecnologia aqui sem estarmos conectado à China, ao vale do Silício, a Israel, à Europa. Tudo faz parte de uma conexão neural. Se pudermos tanto atrair recursos desses polos e empresas para o Estado e o Brasil, da mesma forma a gente pode fazer com que negócios montados no Brasil sejam aproveitados em outros lugares do mundo”, explica.

Caldeira na pandemia

Outra iniciativa do Instituto Caldeira que foi comentada por Stumpf e Valério é a inauguração do “Espaço Caldeira”, na sede do instituto, no 4º Distrito de Porto Alegre. O local é voltado à realização de reuniões, eventos e atividades dos integrantes e de empresas interessadas em temas ligados à nova economia. Porém, com a crise e o novo cenário gerados pela pandemia de Covid-19, o espaço, que deve abrir em meados de agosto, está recebendo adaptações. “Ele vai receber empresas que queiram transmitir lives, webinars e outros conteúdos. Vamos estar equipados e preparados para isso”, anuncia Valério. Para o diretor-executivo, “ficou muito claro que as empresas que não tiverem um DNA digital não vão conseguir lutar nesse novo contexto”.

Para Stumpf, “o Instituto Caldeira está vindo para Porto Alegre e o Rio Grande do Sul na melhor hora possível, hora em que o mundo está enfrentando uma situação sem precedentes. O instituto servirá como uma ferramenta para lidar com situações como essa”, conclui.

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